terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Dinheiro Acolchoado

Onde se guarda o dinheiro nos dias que correm? Ainda haverá quem o guarde debaixo do colchão, entre as páginas da bíblia, dentro de um bule de chá ou no sutiã?
Sei que a grande maioria já respondeu que não é guardado em lado nenhum pois, não o há e quem o tem guarda-o no anonimato de uma off-shore instalada numa ilha de 3 metros quadrados.
Efectivamente, e com a lupa do estado, já se perdeu o hábito de esconder o dinheiro, as poupanças, aquela "religiosidade para uma necessidade" baptizada de "nunca se sabe".
Enfim, somos uma cambada de "tesos" que só regressa a esse velho hábito de "esconder as notas" quando viaja e precisa levar dinheiro vivo com receio de que o multibanco lá do sítio não funcione. E, nesses casos tão isolados, até parece que recorremos à "corporaciòn dermoestetica" aumentando o "enchumaço", seja em versão feminina ou masculina.
Isto, claro está, se não for o cartão de crédito a convidar-nos aumentar o dívida pessoal.

7 comentários:

Pérola disse...

Pois... boa pergunta!
Nos sapatos?
No meio dos livros?
Nos bolsos dos casacos?
Sei lá...
A verdade é que o problema é a falta de dinheiro!

Beijo grande.

paulofski disse...

Pois é caro amigo.

Ontem por acaso foi pay day mas ainda não o vi! Já não me pergunto onde está mas sim onde esteve...

Abraços

Bichinho disse...

Beijo fantasma.

Xanda disse...

Ele (o dinheiro) anda é mal distribuido, pq ainda há e muito por aí à deriva.
Sou completamente contra os cartões de crédito, cada um deve saber governar-se c/ o que tem, e não c/ o que não tem.
Sim, ainda há quem o guarde debaixo do colchão, pensam que podem precisar dele debaixo dos torrões looool... ganancia, credo é tão feio.
fui weeeeeeee

liamaral disse...

o meu é tão pouco que o continuo a guardar no mealheiro :)!! Beijo

aorta disse...

A malta anda tesa. Não precisa preocupar-se a arranjar sítio para guardar o dinheiro.

Ana Paula disse...

Maldito dinheiro! Gera guerras,fome,
e desgraças...não digo mais, não deveria existir! Gostei do Talvez.

Abraços